por Marcella Marx The unmeasurable repercussions of the constant presence of mySelf in my life are resonating within me as I tread my next step.
Este exato momento
Nada me encanta mais do que este exato momento. O inigualável sabor do início de algo que não sei bem ainda o que é, mas que será o que for em breve. É a luz refletindo na cabecinha do bebê que chega ao mundo chorando. É a primeira frase de um livro que reconheço que… Continuar lendo Este exato momento
Ambíguo
Não é mais você quem diz o que sou. O que não sou Eu sei bem. Não sou inércia Tardo a acostumar com dias sem sol Mas há dias em que ele nasce dentro, no meio de minha sala Não sou somente vida Apesar de minha maior parte viver Longe de mim ter flor sem… Continuar lendo Ambíguo
Por que diabos ler quadrinhos?
Não encontramos apenas super-heróis, nos deparamos com pessoas reais - às vezes, espelhos. Não são só histórias leves ou descartáveis, há tramas profundas e instigantes. Não é apenas para crianças, é para você também. O universo das histórias em quadrinhos sempre foi fascinante para mim. Meu interesse pela leitura surgiu nas revistinhas da Turma da… Continuar lendo Por que diabos ler quadrinhos?
Abismo
Para meu pai, que, mesmo sem saber, me inspirou para este poema. Para o mestre José Saramago, que me ensinou que a cegueira pode estar na mente. Teus olhos nus, antes tão livres, agora são cegos, céticos, amargos, perdidos, amarrados, prontos para assistir tua implosão: não fantasiam mais não imaginam mundos não desenham delírios oníricos. Apenas veem… Continuar lendo Abismo
Deixa estar
Sei que estou apaixonado quando te vejo piscar. Num simples e natural gesto, me ponho a sorrir. Vibro estupidamente com o teu desaparecer. O teu sorriso manso, o teu silêncio longo. Sei que te amo porque não tenho a menor razão para te querer. Num coçar de barba, num esticar de perna, num respirar, me… Continuar lendo Deixa estar
Home
por Marcella Marx She goes Swimming back To where she started She yearns for land And the noise of dried leaves Subdued by her feet Still she's nowhere close To understanding that home is now In the swimming
Café Society
por Pedro Cunha Café Society (Cafe Society, Woody Allen, 2016) Todo mundo sabe que todo ano vai ter o “filme novo” do Woody Allen. E ninguém erra essa previsão. O realizador nova-iorquino é extremamente metódico em seu trabalho e pouco se importa com a repercussão dos seus filmes, começando a trabalhar no filme seguinte assim… Continuar lendo Café Society
Violent Femmes – We Can Do Anything
Depois de 16 anos sem lançar material inédito, o Violent Femmes finalmente decidiu se trancar no estúdio para criar novas canções. Considerado um dos precursores do indie-folk, o grupo começou sua carreira tocando suas músicas nas ruas de Wisconsin, visto que nenhum club topava dar-lhes uma chance. Assim, eles acabaram desenvolvendo um som acústico com… Continuar lendo Violent Femmes – We Can Do Anything
