
Eu não me orgulho de tudo o que passamos juntos.
Mas, com certeza, me orgulho de cada batalha vencida.
É um complexo nexo que nos une, entre o que fomos, o que somos e o que sempre seremos; com a certeza de que tudo vencemos.
E, a este ponto, aprendi a respeitar todos aqueles dias em que não gosto de ti, e sinto que realmente te odeio, que desejo o divórcio, e fantasio, mesmo que por segundos, a tua morte – meio menos oneroso de te ver sumir da minha frente, ainda que tão egoísta –, pois tamanha é a raiva que me fazes sentir.
Eu respeito, sim, esses dias – quase os admiro! Porque é através deles, e tão somente deles, que se torna tão possível e um tanto inerente, por ti, me apaixonar mais uma vez. E, em ti, coabitar eternamente.







