por Marcella Marx Blood heats up And runs through these narrow cords, Spiralling upwards from my feet Lashing out this silent cry That begins and ends in me A fierce ascent Flooding me inside It keeps heating up As if it were always summer in here This web of red wires Pulsing against me A… Continuar lendo Heart
Categoria: Literatura
Anoitecer
por Isabel Dall'Agnol Estás todo dia mais distante Tua sombra sem nome Traçado borrado Ideia muda Arte descolorida Sonho desmontado Deslembro sem lembrar Cessa sem pressa Despede sem notar Apaga em segredo Descobre o escuro Passa nada Partiu Sumiu
Eu ainda uso iPod
Para a minha amiga Anni, que ama minhas crônicas desde 2003. Eu ainda uso iPod. Tanto no carro, quanto na sala de espera de médicos e quando estou sozinha lendo ou escrevendo em cafés, como agora. No momento, estou ouvindo o meu disco preferido do Bowie, "The man who sold the world". Eu gosto daquele… Continuar lendo Eu ainda uso iPod
A delícia do silêncio
Como um dia que termina Ou uma velha alpargata Você me corta Como uma roupa que não combina Ou um balde de lata Você se entorta Como um resto de serpentina Ou uma solitária serenata Você não importa Como é tarde, menina Ouço um silêncio de prata Você está morta
Pluma
por Marcella Marx Aqui estou Nesta mente que me pertence Por hora, à ela estou confinada, Para ela faço escolhas E como espectadora Observo meu corpo a arcar com suas sequelas Aqui me faço ausente deste corpo que carrega a potência de me libertar. Se nos unirmos Eu e Ele Seremos capazes de desemaranhar os… Continuar lendo Pluma
Todos os lados
Gosto de poder ver o amor sendo amor E da lua brincando de ser sol quando brilha sobre o mar E das folhas desenhando futuros E dos silêncios derretendo-se como mel no verão E dos outonos com seus dias reflexivos e profundos E de filmes franceses com finais indefinidos E das manhãs de sábado E… Continuar lendo Todos os lados
Bait
por Marcella Marx There, where the mind does not want to go, lays your trap.
Ao alcance
imagem: Cassiano Rodka Quando alcanço a palavra, eu danço.Nem por mim, nem por você, pelo balanço.Como criança, eu perco todo o descanso.E vem a outra, e vem a outra, e eu tranço.Eu teço o texto e, ao vento, eu lanço.Quando amanheço, um sorriso manso.
Dalila
"Disse, pois, Dalila a Sansão: Declara-me, peço-te, em que consiste a tua grande força, e com que poderias ser amarrado para te poderem afligir." (Bíblia, Velho Testamento, Juízes, 16) És apenas um emaranhado de cinza e ideias e instintos e desejos, sobre o qual tenho o poder de seduzir e controlar. Não me fala com… Continuar lendo Dalila
