Pensa demais,
até tirar a paz.
Coração aflito,
batendo o infinito.
Repreende.
Covarde.
O medo,
que invade.
Não perca
o ponto.
Antes que dê
um nó no conto.
Quero que segures.
Repitas comigo.
Até que se canse.
Não cansa.
Não esquece.
A mim,
prefira.
Eu te quero,
pra toda vida.
Aceita.
Aceito.
Agora.
Eterno.
Ao teu lado.
Estou.
Passou a vida inteira se questionando. E ainda o faz. Criava conceitos a respeito da tão buscada felicidade com base em tudo aquilo que lhe diziam ser preciso para tanto. Assim, nunca parou para refletir sobre o que, de fato, lhe traria alegrias. E se ela não quisesse sair correndo atrás dessa utopia só para dizer que estava completa?! Sentia-se tão confusa e tão pequena. Isso doía tanto, que decidiu engavetar seus sentimentos, escondê-los em lugares que desconhecia. Por isso, não os encontrava mais. Mas, às vezes, de alguma forma, quase que invisível, eles a assombravam. Foi, então, que descobriu o poder das palavras. Percebeu que, com elas, poderia encontrar tudo aquilo que parecia estar perdido. E, o que era ainda melhor, percebeu que, juntas, poderiam desvendar tudo aquilo que lhe faltava, criar histórias, personagens, cenários, ocasiões, enfim, inventar um mundo novo. Pegou algumas folhas e uma caneta. Deitou-se no chão. Começou a escrever.
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lindíssimo!!!
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Que lindo Bel!!!
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