Para aquela outra em mim. Gosto quando me olhas, (Observas) inexata, transbordando a ti mesma. Afogando-me no teu mar de ideias desconexas (tão conexas). Me conectas, colando os meus estilhaços aos pouquinhos, Soprando vida (e música, e poemas...) em meus dias indecisos. Vibrante Viciante Enfeitiçante Simplesmente complexa, Em modo elétrico (Eletromagnética) De modo a me… Continuar lendo 5h45 (no espelho matutino)
Tag: Clarice Dall’Agnol (Literatura)
Sob o olhar de Angelina
"Querida Mamãe, Você não pode parar de fazer poemas. Que ideia maluca é essa? Você diz que não é falta de inspiração, mas sim falta de vontade. Pois eu acho que não é nada disso. Acho que é só questão de você voltar a abrir seus olhos. Esses olhos que você gosta tanto de maquiar.… Continuar lendo Sob o olhar de Angelina
Mini noia noturna (ou uma cartinha de amor para Angelina ausente)
Aqui, vendo esse filminho mental dos teus momentos de liberdade pre-teen, Com a certeza de que qualquer preocupação é só em razão dessa quantidade imensa de amor incondicional que tenho por ti. Dorme bem, filha minha, Aí longe, Mas pertinho do meu pensamento, Juntinho do meu ninho (este, que nunca se apaga), que te acolherá… Continuar lendo Mini noia noturna (ou uma cartinha de amor para Angelina ausente)
Orange juice and vodka (or the constant storm inside me)
To my mind, the queen of it all. And to Sylvia Plath, who taught me how to be confessional. It's on me for a long time but nobody knows it or can't figure it out. I acknowledge it for sure, though. Dirty words? Pardon my French, little girl. Filthy hands, heart, soul, mind? Always knew… Continuar lendo Orange juice and vodka (or the constant storm inside me)
Ainda estou aqui
Achava que estava parando de escrever, mas ainda não sabia por quê. Estava tão manhosa e triste, "Eu tenho medo de ficar sem ti, minha alma de escritora...". Eu sentei - como sempre faço uma vez por semana, porque meu espírito fica em êxtase - no café de uma livraria, e comecei a ler um… Continuar lendo Ainda estou aqui
Para Clarice em fevereiro
Eu preciso da palavra dita, sussurrada ou escrita, tocada ou cantada. A quero viva, pulsando na mente ou pulando da boca, vindo para mim, dançando no mundo, cheirosa e perfeita, provocando minha curiosidade, me fazendo de boba. Eu a desejo - Inteira, bem pronunciada, ou desenhada como manda a gramática, saciando minhas ânsias, lavando minhas… Continuar lendo Para Clarice em fevereiro
Grito
E então, fez-se a voz, e ela finalmente se encontrou, em algum lugar entre os quarenta e o resto de sua vida.
Hoje vou ser de areia e fogo
Nesta praia de belezas nada óbvias, E de humores tão inconstantes, De ventos avassaladores, E de esperanças indefinidas, Da lua que reflete na mesa de vidro da sala, dando um sinal de que retornará quando em êxtase, De metamorfoses perambulantes, E de ideias desconcertantes, De olhos vagando na madrugada, buscando memórias e engolindo mistérios -… Continuar lendo Hoje vou ser de areia e fogo
Poeminha de Ano Novo para Marcella
Nossa amizade é assimétrica, e por isso, tão bela. (Disse ela, no finalzinho da primavera).
