As much as she weaves her thread into a thousand miles, she is irremediably curious of what there is in the hidden paths she will (not) know if she does (not) get lost.
Enfim
Pensa demais, até tirar a paz. Coração aflito, batendo o infinito. Repreende. Covarde. O medo, que invade. Não perca o ponto. Antes que dê um nó no conto. Quero que segures. Repitas comigo. Até que se canse. Não cansa. Não esquece. A mim, prefira. Eu te quero, pra toda vida. Aceita. Aceito. Agora. Eterno. Ao… Continuar lendo Enfim
Hoje vou ser de areia e fogo
Nesta praia de belezas nada óbvias, E de humores tão inconstantes, De ventos avassaladores, E de esperanças indefinidas, Da lua que reflete na mesa de vidro da sala, dando um sinal de que retornará quando em êxtase, De metamorfoses perambulantes, E de ideias desconcertantes, De olhos vagando na madrugada, buscando memórias e engolindo mistérios -… Continuar lendo Hoje vou ser de areia e fogo
O olhar de Moebius sobre o ser humano em O Mundo de Edena
O quadrinista francês Moebius iniciou sua carreira no mundo das HQs através de histórias de cowboy e tiras cômicas na revista Metal Hurlànt. Mas foi quando o desenhista desenvolveu um traço próprio, complexo e psicodélico, que as atenções voltaram-se à sua obra. Suas histórias passaram a focar em contos de ficção científica com personagens peculiares… Continuar lendo O olhar de Moebius sobre o ser humano em O Mundo de Edena
Os melhores de 2016
O ano de 2016 ficou marcado pelas muitas perdas dentro do mundo da música. David Bowie, Prince, George Michael, entre outros nomes conhecidos, fecharam as cortinas e entristeceram muita gente. Mas não sem antes deixarem um legado duradouro. Dentro dessa ótica do músico que produz um material instigante e permanente, podemos dizer que o ano… Continuar lendo Os melhores de 2016
Labirinto
Por mais que ela enxergue o fio dourado no caminho a sua frente, e o sinta entre seus dedos, ela sempre desejará a sua falta.
Casulo
Espia a vida lá fora, pela fresta da janela. Esconde o que sente. Esconde o que pensa. Esconde o que vê. Esconde o que crê. Esconde. Você. Aperta no peito. Deixa no canto, o canto. E sangra. Sozinho. Por dentro. Inteiro.
Poeminha de Ano Novo para Marcella
Nossa amizade é assimétrica, e por isso, tão bela. (Disse ela, no finalzinho da primavera).
Conto de fadas – Capítulo III
Achei que era carruagem, era carroça Príncipe de nada, rei da troça Sambando sem molejo, maldizendo a bossa Achei que era carruagem, era carroça Achei que era castelo, era palhoça Um guerreiro tão belo, uma armadura que coça Bancando o bobo da corte, mergulhando na fossa Achei que era castelo, era palhoça Achei que era… Continuar lendo Conto de fadas – Capítulo III
