Foto: Vanilson Coimbra Como eu queriasaber sentirno momentovividoo que somente depoisquando lembrosinto
Verified assh🌸le
Não era fake nem nadaEra um maluco de pedraCom conta verificada
Seu João – Parte II
Foto: Isabel Dall’Agnol Esses dias passei pelo seu João,em vão.Mas, da grade, o carro empoeirado seguia dormindo na garagem.Busquei a janela.Cerrada.O seu João é o retratodaquele condomínio. Sinto-me angustiada.Com medo,talvez.Será que aquela alma está vazia?
I just wanna be a woman
Foto: Vanilson Coimbra Sou árvore ancestralos pés firmesprontos para alçar do chãosem saber, eu façoo mundo inteirono peito cabelágrimasalegria ou dortudo é vívidocolorido, sentidono âmago antigoa conexãomãe, filha, mãetodas as vozesressoam, uníssonasum eco que encontrono meu silênciorecolhida eu seiessa eu, essa mulherque tanto querque tudo podee nadaa define
Em branco
Foto: Vanilson Coimbra Esta é a páginaquetem um limite:E qual éo limite de amar?Em que página(Das tantas tuas),Ainda mora o amor?
Fatal
Foto: Isabel Dall’Agnol Explicado InexplicadoFinal Sem voltaDando meia voltaSolvido Está AfinalEnfim É o final Fatal
Ressaca
Ilustração: Isabel Dall’Agnol O copo seguemeio cheio,na minha cabeça.E é dele,que saltam confetes eserpentinas.Todas coloridas.E este copo seguebalançando.É ritmo de festa!Vejo silhuetasdançantes.Vejo abraçosme movimento.E muitos beijosmarchando.É carnaval!Já amanheceu.Não demoraanoitece.E é o baile!Que segue!Não tem ressecanenhuma, quea mim derruba.
Todo Carnaval tem seu fim?
Foto: Vanilson Coimbra O fim da foliacinzas que cintilamnão saemdo meu corpoainda quente e agitadocolorem como memóriaos dias de fantasiao esboço daquela alegriasorriso ao meio diaponto facultativo
De como fazer amor no século XXI
Foto: Vanilson Coimbra “Lápiz y papelNada mejor que hacerle elAmor al arte”(Jorge Drexler) Fazendo amor com a arte,Entre o sagrado e o profano,Meio santa, meio pecadora,Tiro de mim essas palavras,Para depois senti-las de volta,Transformadas,Aquele ardor até a última gota,Lambuzando-mede todas as letras,E das metáforas,E os versos me atiçando,Um calafrio de chama,(O poema me preenchendo,Bem devagarinho),Observando-me como… Continuar lendo De como fazer amor no século XXI
