por Cassiano Rodka Diferentemente do clima intimista da turnê de seu primeiro disco, as apresentações de Marcelo Camelo para divulgar "Toque Dela" têm sido repletas de interação, dancinhas e... samambaias! As músicas do novo álbum já deixam claro que o compositor está em uma fase alegre em sua vida. E esse sentimento ele carrega no… Continuar lendo Marcelo Camelo e as samambaias da alegria
Em desacordo
por Marcella Marx "Não", palavra que ele nunca dizia, até sentir na pele as consequências de um simples "sim" impensado. Assim, ele finalmente aprendeu a arte do discordar e seguiu sendo um questionador do contra.
Sinto
por Clarice Casado De livros antigos, meu pai. De grama molhada, casa de praia do meu avô. De colônia para bebês, meus filhos bebês. De cebola refogada, jantares em família. De pão caseiro, minha avó alemã. De café com leite, minha avó portuguesa. De cloro, aulas de natação. De mar, inesquecíveis verões. De chuva, saída… Continuar lendo Sinto
Os desamores e a solidão de Chico Buarque
por Cassiano Rodka "Quem me vê, vê nem bagaço/Do que viu quem me enfrentou/Campeão do mundo/Em queda de braço/Vida veio e me levou". Com a letra desiludida de "O Velho Francisco", Chico Buarque deu início ao segundo show da turnê do disco "Chico" em Porto Alegre, dando as direções do tema dessa apresentação: desamores e… Continuar lendo Os desamores e a solidão de Chico Buarque
Poema
por Marcella Marx Vinícius, Aí está, meu poema sobre nossos dias de ócio. Sinta-se chamado a interferir! "Sob o sol da manhã, o cheiro do mar vai entrando e trazendo nossa libertação o canto dos sabiás abre nossas portas e janelas e ouvimos um sonoro: Bom dia! partimos juntos em direção ao mar e, já… Continuar lendo Poema
Serenatinha fútil
por Clarice Casado Coitadinha da menina rica, de tão pobre, virou sereia... Perdeu a voz, o nome e o caminhar. De pernas atadas, a lugar nenhum poderá jamais chegar.
Correspondências parte 8
por Marcella Marx Vinícius, Estou até agora tentando conter o riso. Caro amigo, tente pensar pelo lado bom: ao menos Ana teve o pudor de não andar desnuda pela casa! Só tu mesmo, para fazer-me rir numa segunda-feira nublada e chuvosa como hoje, bem sabes que sou o rei da melancolia em dias assim. Sim,… Continuar lendo Correspondências parte 8
O amigo do João Pedro
por Cassiano Rodka Conheci o Filipe Catto através de um amigo em comum, o João Pedro Madureira. Ele devia ter uns 18 anos e era um rapaz simpático e um tanto tímido. O João Pedro me contou que ele tinha uma banda e que cantava muito bem e lá fui eu conferir o som deles.… Continuar lendo O amigo do João Pedro
Conclusão
por Clarice Casado E quem disse que existe poema acabado? O poema que se acaba é aquele que, na verdade, nunca existiu...
