Literatura

Meu manifesto

imagem: Cassiano Rodka

por Tamiris Pazin

Fica decretado o seguinte:

Que a gente possa sentir toda dor que invariavelmente nos visita. E que a gente possa abraçá-la. E deixá-la ir.

Que a gente possa querer perto da gente somente quem não nos desestabiliza.

Que a gente possa ver coragem no excesso do sentir. E que isso seja dom. Seja encantamento.

Que a gente enxergue as pegadas iluminadas que nos guiam para o caminho de volta. E que a gente sempre encontre o caminho de volta.

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